Saindo da zona de (des)conforto

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Imagem: noivinhaemfolha.com.br

O fato é que hoje eu trabalho em uma prefeitura, mas que o meu sonho desde os meus 18 anos é ser dona do meu negócio. Eu quero ser livre pra colocar as minhas ideias em prática e trabalhar pra alguém não me dá essa liberdade.
Eu também quero trabalhar com algo gratificante. Daqueles trabalhos que ao final do dia você fica admirando os seus feitos e sentindo que aquele dia valeu a pena. Sabe do tipo “fui eu que fiz!”.
Além disso, eu gostaria de trabalhar em casa, porque eu amo estar em casa. É um ambiente que me traz muito conforto e acredito que, com uma dose extra de disciplina, há trabalhos que podem sim ser executados em casa.
Aí, que de uns tempos pra cá eu tenho me sentido cada vez mais incomodada com meu trabalho. Acordar, me aprontar, almoçar, voltar a trabalhar, voltar pra casa, organizar umas coisas, dormir e começar tudo de novo. Esta rotina parecia estar me engolindo. Imagina fazer isso por uns 30 anos seguidos?
Só que eu não fazia nada para mudar a minha situação. O que é que eu estava esperando? Que algo mágico acontecesse e de repente eu tivesse uma nova profissão, do jeito que eu sonhei?
Pesquisei, pesquisei e resolvi me matricular num curso de modelista de roupas. Isso porque já tem tempo que eu penso em trabalhar com noivas. Só que eu não queria simplesmente vender artigos para noivas, eu gosto mesmo é de por a mão na massa. Então, eu decidi que quero aprender a fazer vestidos de noiva. Ah, quando eu passo em frente a uma vitrine com vestidos de noiva… tum, tum, tum… o meu coração bate mais forte! A caminhada será longa e cheia de incertezas, mas o primeiro passo eu dei.
Comecei o curso pensando que se eu não gostasse estaria tudo bem. “Vou lá, se eu não gostar eu paro e pronto. Sem neuras”.
Comecei o curso em agosto e neste mês de dezembro eu já estou com meu diploma em mãos e planejando iniciar um curso de costura no ano que vem.
O que eu posso dizer? Eu estou muito feliz porque não estou mais simplesmente descontente e sem fazer nada pra mudar. Eu tomei uma atitude e isso me faz bem. E se mais a frente eu ver que não é isso que eu quero estará tudo bem, porque conhecimento nunca é perdido, né?

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